sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Carajás e Tapajós: a nossa cabanagem

Uma das sabedorias dos meus tempos enuncia: quando você quiser se posicionar corretamente sobre as coisas, primeiro saiba o que defende a grande imprensa brasileira. Depois, vá para a outra margem do rio.

Sempre achei que esse negócio de Estado de Carajás servia única e exclusivamente aos interesses imediatos de alguns “arautos” das terras de cá. Os de lá (Belém) nem se davam ao trabalho de engrossar a veia do pescoço contra a ideia. Tanto eles quanto eu, achávamos que isso era coisa para as calendas gregas.

Hoje vejo que este país vai continuar a me surpreender até os fins dos meus dias – que só virá sob muito protesto! Aliás, pelo que andei assuntando, serviram-se de uma certa malandragem regimental para fazer com que o projeto fosse votado, o que só corrobora a ideia-chave segunda a qual este país se constitui como o paraíso dos malandros.

Iniciei a prosa falando mal da grande imprensa, coisa que sempre dá ibope, mas a frase ficou solta e preciso fechá-la: a grande imprensa é contra a criação dos Estados de Carajás e do Tapajós. Vou para a outra margem do rio: sou a favor.

Lúcio Flávio Pinto, caso se desse ao trabalho infrutífero de me responder, diria: “mas este argumento é raquítico, famélico, depauperado de ideias”. Ora, já que existe um Lucio Flávio imaginário no meu texto, vou aproveitar para responder, tentando usar minha parca imaginação: caro Lúcio, o Pará teve 400 anos para provar que era viável. Você não acha tempo suficiente?

Todos os dados econômicos usados para demonstrar a inviabilidade dos novos Estados são, invariavelmente, combatidos com argumentos sólidos, mostrando exatamente o contrário. Também já li coisas estapafúrdias em ambas defesas. Mas um fato é incontestável: esses dados são transitórios e absolutamente relativos.

Nesta luta de argumentos há um que – já usado acima – me parece o centro da questão: o Pará tem 400 anos; viveu grandes momentos na história econômica brasileira, protagonizando fatos memoráveis. Entretanto, a realidade que parece inamovível é a absurda diferença regional que se perpetrou por todo esse tempo.

O movimento da cabanagem de outrora e a luta pelos novos Estados de hoje se assemelham no que é central em ambas. São lutas contra a pobreza crônica, contra a discriminação, o descaso histórico e o abandono sistêmico.

A cabanagem foi o clamor mais forte contra esse estado de coisas. Sua força e memória ecoam no grito por liberdade contido na bandeira dos Estados de Tapajós e Carajás.

Aliás, é a memória da Cabanagem que faz as elites belenenses não suportarem a ideia de que alguém queira se libertar de seus tentáculos. Eles não se envergonham de expor as vísceras em público, como o exemplo recente do duelo entre Maiorana e Jáder (olha a grande imprensa aí!), mas não suportam a ideia dos novos Estados. Essas mesmas elites colocam a culpa, até hoje, tanto na cabanagem quanto na adesão à independência, como os principais fatores de desestabilização e ocaso econômico do Pará. Essa idéia-fantasma continua a morar em Belém, sobretudo nas coberturas dos Atalantas da vida.

Ora, o que tem os cabanos, os tapajônicos e carajaenses a ver com a perda da Zona Franca para Manaus, por exemplo? Que culpa temos nós sobre a enorme descaracterização territorial imposta pela ditadura militar e seus grandes projetos?

Por todos esses anos houve governo no Pará que assistiu a tudo como cúmplice direto ou como omisso contumaz. E no fundo, esta realidade insiste e continua a fazer suas vítimas. É só observar como o governo do Pará lida com a Vale, por exemplo.

Os pactos de elites que forjaram este país foram substancialmente perversos em dois casos: Maranhão e Pará, não por acaso os dois últimos estados a integrarem a idéia de independência brasileira.

A região de Santarém, que deve seu pouco desenvolvimento a uns pares de clérigos em missões europeias de catequização, testemunhou, ao longo desses séculos, as embarcações conhecidas por gaiolas singrando o Tapajós. Dessas incontáveis viagens, não há uma sequer que não tenha a mancha do entreguismo, da dilapidação, da subserviência aos interesses estrangeiros. O caso emblemático e relativamente recente da Fordlândia é suficiente para atestar o que escrevo. Foram 400 anos de uma mesma cantilena. E quem perdeu com isso foram o povo do Pará e todo o País.

Ando por terras paraenses há 18 anos. Não há nome de rua em Belém homenageando minha família, o que não me impede de nutrir grande apreço por nossa capital. Adoro suas alamedas, suas praças, sua noite. Adoro o jeito do povo de Belém, mas, por onde já andei nesses milhões de quilômetros quadrados de Pará, só consegui observar esse “jeito paraense de ser” nos arredores de Belém. Então, eu me pergunto: o que é ser paraense? Vou a Conceição do Araguaia, é outra coisa. Vou a Tucuruí, é outra coisa. Vou a Marabá, é outra coisa. A conclusão a que chego é que há diversos Parás nestas terras. E se há muitos Parás é lógico concluir que não há como se ter apenas um.

A criação do Tapajós e de Carajás é a multiplicação de uma nação, que apenas quer ter o direito de sair de casa, depois de ter chegado à maioridade.

E se todos esses argumentos, que também a mim parecem fracos, não forem suficientes, termino com um infalível: a Globo é contra. Para o nosso bem estar mental, sejamos a favor!

Cláudio Feitosa, é carioca da gema, secretário de Cultura de Parauapebas, e adora uma ideia de liberdade.)
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Projeto 'Crack, nem pensar'

Visa conscientizar presidiários Notícias sobre drogas e alcool - Site Antidrogas


Como forma de integrar a campanha institucional “Crack, nem pensar”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas (Vepma) início em Rio Branco diversas ações educativas contra o uso de entorpecentes.

Entre as atividades de combate as drogas, foram promovidas algumas visitas nos presídios da capital, conduzidas pela juíza Maha Manasfi, titular da unidade judiciária e a equipe técnica da Vepma.

Na primeira visita na Unidade de Regime Fechado, realizado no dia 1º de agosto, que contou com a presença da juíza Maha Manasfi, a equipe ministrou palestras de conscientização contra o uso de drogas para 17 reeducandos.

Segundo Manasfi, o grande objetivo do projeto é conscientizar a população carcerária sobre as conseqüências nocivas da droga e seus efeitos devastadores, não apenas para o usuário, mas para toda a família que sofre tanto quanto o dependente químico.

No dia 2 de agosto, foi à vez da Unidade de Regime Semi-aberto nº 02 e a Unidade de Regime Fechado nº 03. Dessa vez, 14 reeducandos do regime especial, como policiais, agentes penitenciários e presos com nível superior, assistiram à palestra.

Já na terceira visita, na Unidade de Regime Semi-aberto nº 02, foram 21 os apenados que viram a apresentação do tema “Crack, nem pensar”. Também foram incluídos no projeto os reeducandos que se encontram nos regimes fechado e semi-aberto, que estão iniciando a Prestação de Serviço Comunitário (PSC).

Outras visitas já estão programadas para o mês de setembro, no Complexo Penitenciário Francisco D’Oliveira Conde, na Unidade de Regime Semi-aberto e na Escola de Ensino Fundamental Cláudio Augusto de Sales, localizada na Estrada da Transacreana, no km 44.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Está ai uma idéia para ser criada aqui em Santarém, UM PROJETO PENSANDO BEM É VIVER SEM CRACK!

Luta contra as DROGAS!!!!!





Turma da Mônica vai entrar na luta contra as drogas
Notícias sobre drogas e alcool - Site Antidrogas

Os amigos Tina, Rolo e Pipa, da Turma da Tina, conhecidos de crianças e jovens brasileiros pelos quadrinhos da Mauricio de Sousa Produções, precisam apresentar um trabalho na escola. No dia da tarefa, Diego, o responsável pela apresentação, falta. A professora comenta que o garoto andava estranho. Tina e Rolo, preocupados, saem de moto para encontrá-lo depois da aula. Encontram Diego doidão, sentado sozinho em um banco de praça. Ele havia trocado a blusa com a qual todos o reconheciam por pedras de crack. É o começo da primeira história da Turma da Tina a abordar diretamente o problema das drogas entre jovens.

Nos próximos seis meses, parte dos 20 roteiristas da Mauricio de Sousa Produções vai manter contato com quatro técnicos do governo federal para criar histórias usando o carisma da Turma da Mônica e discutir o tema das drogas. O projeto é da antiga Secretaria Nacional Antidrogas, que na gestão Dilma Rousseff foi rebatizada como Secretaria Nacional de Política sobre Drogas.

Serão feitas quatro revistas - duas da Turma da Tina e duas da Turma da Mônica Jovem. O Estado teve acesso aos esboços dos roteiros. O material será entregue ao governo em dezembro para ser lançado no ano que vem, com tiragem de 3,8 milhões de exemplares. As da Turma da Tina, voltadas a adolescentes, vão tratar principalmente de drogas ilícitas, como maconha, cocaína e crack. E também abordarão as legais, como ansiolíticos (calmantes), anfetaminas (inibidores de apetites) e solventes.

Já a Turma da Mônica Jovem, para crianças acima de 8 anos, com Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e companhia já adolescentes, vai tentar dar um tratamento mais suave ao assunto, discutindo álcool e cigarros. A diretriz foi dada pelo próprio Mauricio de Sousa. “A ideia é discutir a questão como se estivéssemos na mesa de jantar com nossos filhos”, explica.

Mauricio avalia que crianças e jovens de hoje têm acesso a uma infinidade de informações vindas de fontes variadas, como internet e televisão. “O objetivo é ajudar que eles fiquem não apenas informados, mas bem informados. Para isso, é preciso ajudá-los a refletir sobre as informações que acessam, papel que cabe a pais, professores, ONGs e governo. Vamos ajudar a cumprir esse papel por meio das histórias em quadrinho.”

Ditadura. A ideia de usar a Turma da Mônica para discutir assuntos polêmicos, como drogas, é um projeto antigo, que o cartunista já havia tentado tirar do papel no fim dos anos 1970. Mas acabou repreendido pelo governo militar, que censurou a ideia. Na visão dos governantes da época, tratar do tema em revistas infantis poderia despertar a curiosidade dos jovens. “O tema não deve ser ignorado. Vamos tratar do assunto com responsabilidade”, diz Maurício. “É uma guerra desigual contra o vício. Estamos com estilingues e eles, de bazuca.”

O processo de criação e execução ocorre ao longo de todo o semestre, principalmente por causa das idas e vindas dos roteiros, que precisam ser ao mesmo tempo envolventes, com histórias interessantes, sem deixar de levar em consideração algumas mensagens que a secretaria acha importante passar. “Colocamos na história o pessoal em um barzinho. Quando vai para os técnicos do governo, eles apontam a necessidade de colocar o aviso de que é proibido vender bebida alcoólica para menores de 18 anos. Também pediram para colocarmos água e alimentos junto à bebida, detalhes para os quais a gente não está atento”, explica Rodrigo de Medeiros Paiva, gerente editorial da Maurício de Sousa Produções.

Apoio. Na história a que o Estado teve acesso, depois que Tina e Rolo descobrem os problemas de Diego com o crack, eles procuram os pais do garoto. “A questão do uso de drogas afeta a todos e deve ser tratada em conjunto”, concluem. É quando passam a ser listadas algumas das receitas dos técnicos do governo para enfrentar o problema: “apoio dos amigos para que ele não abandone os estudos”, “manter o dependente sempre ocupado física e mentalmente” e “se preciso, procurar a rede pública de saúde, grupos de jovens, grupos religiosos e apoio da comunidade”.

Na parte final, Diego agradece o apoio dos amigos e diz que decidiu tratar-se em uma clínica de reabilitação. Ele explica que a decisão foi dele e voltará para a escola quando “ficar legal”. Tina apresenta o trabalho para a professora, a partir da experiência que ela e o grupo viveram no apoio que deram a Diego. No fim, colegas de classe vão à clínica contar ao garoto que tiraram a nota máxima e passam a tarde com ele.

A orientação do governo era para que a história reforçasse o apoio da família. Mas o fim já teve de ser revisto. “Optamos por mudar, porque ninguém é feliz ao ser internado. A internação é apenas uma etapa na vida do dependente. Vamos fazer o final com ele voltando bem para a escola e para o cotidiano com família e amigos”, diz Paiva.

Largo do Arouche. Há três meses, quando Mauricio deixava um evento na Academia Paulista de Letras com Rodrigo Paiva, em um começo de noite, ele foi abordado por um adolescente no Largo do Arouche, no centro. Paiva conta que eles ficaram assustados com a insistência do jovem em receber algo. Pensaram que seriam assaltados e perguntaram se poderiam dar a ele gibis da Turma da Mônica. O jovem saiu contente com a oferta.

Paiva narrou o episódio para defender a abrangência social das historinhas que criam. Recentemente, estiveram em uma feira literária em Morro Reuters, no Rio Grande do Sul. “Vieram muitas crianças, descendentes de alemães, algumas não falavam ainda português direito e eram fãs da Turma da Mônica.” Independentemente da classe para a qual se dirige, a ideia é reforçar a importância do apoio de amigos e da família e evitar o isolamento do dependente.

Apesar de interessado pelo assunto, Mauricio evita cravar opiniões certeiras. Ele já passou de carro pela cracolândia, na região central de São Paulo, para ver o drama mais de perto. Achou o ambiente parecido com cenários em preto e branco de filmes noir. Sobre soluções, Mauricio diz que ainda busca estudar para saber mais sobre o assunto. Afirma, por exemplo, que não tem posição formada sobre o modelo usado no Rio de internação compulsória, que retira crianças e jovens das ruas mesmo contra a vontade deles, mas vê a solução com ceticismo. “Quando o dependente quer mudar e sua dignidade é respeitada, o tratamento é mais eficiente. Tenho medo de que levar alguém pelo braço, contra a vontade, possa servir apenas para criar mais monstros.”

O cartunista diz ter ficado mais incomodado com a nova legislação sobre medidas cautelares, que permite pagamento de fiança por quem comete crimes com pena de 1 a 4 anos de prisão, como furto. “A pessoa que está furtando pode ser a mesma que contribui para fortalecer o tráfico. A gente tem de levar mais a sério os efeitos da impunidade.”
Autor: Bruno Paes Manso
OBID Fonte: O Estado de S. Paulo

terça-feira, 7 de junho de 2011

Caro Amigo! SEJA PARCEIRO!!!

O grupo social ecumênico Boca no Trombone existe desde o ano de 2009 e durante esses anos de sua existência vem se fortalecendo e concretizando sua bandeira de luta, em favor de uma cidade que queremos para os jovens, crianças, adultos e da melhor idade. Diante de tantos desafios, necessitamos ousar através do Protagonismo Juvenil, melhores condições de vida para todos, fazendo com que o cidadão sinta-se mais valorizado e feliz. Com esse propósito pedimos a sua parceria para juntos traçarmos metas de como devem ser as Políticas Públicas através de um Festival de Cultura e Cidadania, com apresentações de danças, teatro, músicas e oficinas: Leitura crítica dos meios de comunicação enfoque na Redução da Maioridade Penal; Comunicação e Direitos Humanos. Este evento acontecerá no bairro da Floresta, praça de Santa Rita de Cássia, a data da realização informaremos nas próximas matérias.

Seja parceiro do Grupo Boca no Trombone, colaborando com qualquer quantia que puder.


Abrace essa causa, e seja autor de TRANSFORMAÇÃO!!!


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mais uma missão Cumprida!!!


Os jovens: Aline, Darlene, Daniele, Fabíola, Flávio, Manuh, Jana e Stefany; realizaram a ação na escola Frei Othmar com o apoio dos assistentes técnicos motorizados Sérgio e Damaris. A palestra sobre Sustentabilidade e Educação Ambiental, para alguns a primeira experiência para outros foi a oportunidade de expressar o que pensam e seu conhecimento sobre o assunto. A nossa chegada a escola foi apreensiva e com muita expectativa, mas a receptividade foi boa, tanto por parte da direção quanto da turma assistida. Acredito que deixamos a nossa marca e reflexão como alerta sobre como estão as informações e idéias dos jovens em relação ao meio ambiente e sustentabilidade. E apresentamos nossa identidade como Grupo Boca no Trombone socializando nossa bandeira de luta "Que cidade queremos para viver", que tipos de políticas públicas queremos e valorização do protagonismo juvenil. Deixamos o recado Se Liga nas Questões Ambientais, com a linguagem de jovem para jovem falando sobre o que se vivencia nas escolas, abordando dentro do que vem ser educação ambiental o bulling, o respeito para com o colega e conservação do ambiente escolar "Comportamentos geram resultados, resultados geram novos comportamentos".
Ao final produziram um fanzine, fazendo um feedback de tudo o que havíamos comentado. A vice diretora da escola Geila Sousa, aprovou a palestra nos convidando para em outra oportunidade falarmos a temática valores e família com outra turma da escola. Agradecemos a direção da escola Frei Othmar, em especial à Professora Luciene da Silva que nos convidou. Aproveito a oportunidade para expressar o carinho e o laço de amizade firmado com a escola.
É isso ai! Mais uma missão cumprida... E até a próxima... Valeu!!!

A floresta respira e sangra


O desmatamento é o processo de desaparecimento de floresta, isso ocorre pela ação dos seres humanos sobre a natureza, principalmente para obter lucro com cultivos agrícolas, criação de gado ou extração de madeiras.O desmatamento destrói a vida de nosso planeta; o desflorestamento é uma das intervenções humanas que mais prejudica a vida de nosso planeta. Dados relacionados a região amazônica afirmam que 17% da floresta original não existe mais. Além disso, extensas áreas do bioma amazônico abrigam florestas empobrecidas e degradadas por queimadas e exploração madeireira predatória, basta de desmatamento criminoso em nossas terras. A devastação da Amazônia continua alarmante, nossas florestas choram lágrimas de sangue, causadas pela ganância humana. No congresso nacional, a União Ruralista patrocina projetos de leis que aumentam o limite legal para desmatamento nas fazendas da Amazônia e dá anistia aos fazendeiros que já desmataram ilegalmente suas propriedades. Até quando a ganância humana vai continuar destruindo a vida de nosso planeta?


Uma das consequências do desmatamento, segundo os cientistas, é o desaparecimento de absorventes de dióxido de carbono, impedindo o meio ambiente de absorver as enormes quantidades de dióxido de carbono, o grande causador do falado efeito estufa, agravando o problema do aquecimento global, que faz nosso planeta gemer.



Para tentar conter o avanço do aquecimento global, diversos organismos internacionais propoẽm o reflorestamento, o replantio das florestas. Isto porém não é suficiente, pois a simples recuperação da área desmatada não garante a biodiversidade, necessária para o o equilíbrio de nosso planeta.

Defenda nossa origem!!!

Mas antes tarde do que nunca!


Família: Uma Nova Atitude é Possível!



"O Relacionamento familiar está se perdendo" é o que ouvimos em palestras sobre Família, em telejornais, lemos em jornais impressos, quando acessamos a internet. Será verdade que a instituição fundamental está perdendo o seu valor primordial? Mas existe um conceito, uma receita, um remédio para definir o que é Família? Em livros publicados sobre família, pesquisando no google, procurando em páginas na internet ou lendo algum artigo sobre este tema, encontramos vários significados e no momento embaso-me na frase de Heloisa Szymanski que diz "É uma associação de pessoas que escolhem conviver por razões afetivas e assumem um compromisso de cuidado mútuo". Se são afetivas compromissadas no cuidado mútuo, por que dizer, o relacionamento familiar está se perdendo. Acredito que é hora do discurso ser outro, reverter o pensamento cultural e concepções estereotipadas de respostas residuais visionárias sobre o contexto familiar.

É necessário unificar a responsabilidade das três esferas e da sociedade em geral, ou não teremos como resagatar a instituição fundamental na vida do ser humano- A FAMÍLIA. Enquanto não priorizar-se a importância do relacionamento familiar como uma política pública, como uma medida socieducativa, como um dos paramêtros fundamentais na formação do caráter do ser humano não vai adiantar tomarem atitudes nem pensamentos ou medidas de redução da maioridade penal, de enfrentamento às drogas, de centros de recuperação, de trabalhos voluntários, de mudar a estrutura das carceragens, de debates sobre direitos humanos, de "políticas públicas ou governamentais- Mais educação, bolsa familia, bolsa trabalho, bolsa alimentação; se não trabalharmos a raiz do problema- A formação no seio familiar. Não vai adiantar, ficarmos falando que o relacionamento familiar está se perdendo, se cada um não acreditar em sua própria família constituída em seus defeitos e qualidades, seus medos e insegurança. Ouso trazer mais uma reflexão as promessas feitas no dia da realização do casamento "Prometo-te ser fiel na alegria e na tristeza na saúde e na doença, por todos os dias da minha vida..." esqueceram de complementar nas rebeldias dos filhos no diálogo com os filhos nas etiquetas de convivência na educação e valores familiares. Mais uma reflexão "Somos o reflexo daquilo que nos espelhamos".



Por que será que estamos viciados em tantas superficialidades que o mundo oferece? Atenção a muitas das nossas falas cotidianas, uso drogas para esquecer as dores dos problemas; voto por que é obrigatório, esses políticos roubam mas fazem; se eu estivesse no poder público faria o mesmo. E tantas e tantas outras frases que ouvimos ou pronunciamos como um dizer popular, que se vicia nos espelhos refletidos em nosso dia a dia, e que convivemos.
Por isso independentemente do arranjo familiar ou da forma como vêm se estruturando a família, é urgente olhar para as famílias brasileiras, acessibilidade têm que ser mais importante que a "politicagem".